Noel Gallagher, guitarrista do Oasis, criticou algumas das apresentações feitas no Brasil, no blog que o grupo mantém no MySpace. Gallagher queixou-se da estrutura, sobretudo na região sul do país.
Ele afirmou ainda que os mais prejudicados, nesse caso, são as pessoas que vão assistir os shows. "Uma apresentação em um palco desmontável ou em um estacionamento nunca poderá ser comparada ao barulho e às cores de um estádio", escreveu, ao destacar que "os shows foram ótimos", mas que poderiam ter sido ainda "melhores".
Sobre as apresentações, o músico destacou: "Curitiba foi ótimo. O show, nem tanto. Não entendo o que estamos querendo provar tocando em lugares como aquele e em Porto Alegre. Por que não só dois shows grandes no Rio e em São Paulo?".
O guitarrista citou a Argentina como um bom exemplo de organização: "Se todo mundo na Argentina viaja até Buenos Aires para vivenciar uma das melhores noites de suas vidas (não estou brincando, você deveria estar lá!), não entendo por que no Brasil é diferente".
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O Oasis encerrou a turnê sul-americana do álbum Dig Out Your Soul nesta terça-feira à noite em Porto Alegre. A banda inglesa fez um show supersônico para fechar o giro mundial e para marcar sua primeira apresentação em solo gaúcho. Escorados por um disco repleto de bons rocks, os britânicos mostraram ao vivo para cerca de 12 mil pessoas (Gigantinho quase lotado) que estão mesmo na melhor fase da carreira em anos. O público não deixou por menos e recebeu os ingleses em alto estilo. 
Sob uma avalanche praticamente ininterrupta de gritos, aplausos e assobios, a banda dos irmãos Gallagher seguiu o mesmo setlist apresentado em Lima, Caracas, Buenos Aires, Rio, São Paulo e Curitiba. Os músicos começaram a noite com Rock’n’roll Star, para deixar claro a que vieram logo no início do espetáculo.
Depois da abertura, Andy Bell (baixo), Chris Sharrock (bateria), Jay Darlington (teclados), Gem Archer e Noel (guitarras) e Liam Gallagher (vocais) intercalaram hits imprescindíveis dos quase 15 anos de carreira com as melhores músicas deste último álbum. A arrogância arruaceira de antigamente deu espaço à precisão artística.
Lyla, The Shock of the Lightning e Cigarettes & Alcohol vieram em uma sequência matadora. Depois de The Meaning of Soul, a lisergia de To Be Where There’s Life tomou conta do Gigantinho. Com Noel nos vocais, o rock puro de Waiting for the Rapture foi seguido por The Masterplan (ambas muito bem recebidas pelo público, que mostrou o quanto gosta do músico).
Liam voltou para quase rasgar a garganta em Slide Away. Morning Glory marcou um dos pontos altos da noite, com Sharrock se puxando nos malabarismos com as baquetas – e jogando uma para o público. O baterista deu outro showzinho particular em Ain’t Got Nothin’, pouco antes de Noel voltar ao comando com The Importance of Being Idle. 
Quando Noel assume, é como um respiro no show. Em geral, as músicas que ele canta são mais melódicas e calmas, ao contrário das que contam com a performance de Liam (geralmente curto e grosso, sem frescuras, mas aparentemente curtindo muito o show de hoje). Se Noel ganha aplausos no meio e ao final de I’m Outta Time, Liam volta ao palco pedindo (e conquistando) aplausos para si e anunciando em seguida Wonderwall - cantada pelo público e marcando mais um momento inesquecível da noite. Climax total.
Supersonic, sob luz verde e abaixo de guitarras metálicas, foi inacreditável. Pra mim, foi a melhor ao lado de Cigarretes... E a banda não deixa a intensidade cair no bis, com Noel coordenando Don’t Look Back in Anger (absurdamente bem acompanhada pela plateia) e a linda (e ácida ao vivo) Falling Down. O grupo fechou a noite com Liam cantando Champagne Supernova e I Am The Walrus, dos Beatles.
Daqui, o Oasis volta para o Reino Unido, onde tem uma série de shows marcados para junho e julho, incluindo festivais do verão europeu.
Setlist:
Fuckin in the Bushes (vinheta de abertura)
Rock’n’Roll Star
Lyla
The Shock of the Lightning
Cigarettes & Alcohol
The Meaning of Soul
To Be Where There’s Life
Waiting for the Rapture
The MasterplanSongbird
Slide Away
Morning Glory
Ain’t Got Nothin’
The Importance of Being Idle
I’m Outta Time
Wonderwall
Supersonic
Don’t Look Back in Anger
Falling Down
Champagne Supernova
I Am The Walrus
http://www.clicrbs.com.br

05 de maio de 2009
O mais novo dos irmãos Gallagher afirmou, via Twitter, que está se divertindo em shows na América do Sul; no início da maratona, Noel declarou que banda é "um barco à deriva"
A turnê do disco Dig Out Your Soul, do Oasis, mal começou em território latino e os irmãos Gallagher já começaram a beliscar um ao outro, de acordo com o site da revista britânica NME.
Noel, o guitarrista-vocalista-compositor, disse recentemente que a banda está passando por maus momentos e que uma "tempestade de merda" está se aproximando, além de classificar o Oasis como um "barco à deriva". Os comentários, feitos no início da série de shows do grupo no continente (a turnê latina começou em 28 de abril, em Caracas, Venezuela), não agradaram Liam, que mandou uma resposta ao irmão nesta terça-feira, 5, na página de seu Twitter.
"No Chile, Gem (Archer, guitarrista), Andy (Bell, baixista), Chris (Sharrock, baterista) e J. (Darlington, tecladista) agradaram os caras com um show de improviso no bar, SENSACIONAL! Não sei em qual turnê você está, irmão", escreveu Liam. O vocalista, inclusive, não economizou elogios aos shows que a banda já fez pela América do Sul.
O músico afirmou que a passagem por Caracas rendeu um "show de primeira". Nos comentários seguintes, ele fala sobre seus dias no Peru e na Argentina, neste último dizendo: "Buenos Aires, espero que vocês tenham se divertido tanto quanto eu. Paz e amo vocês."
O Oasis, que faz um segundo concerto no Chile nesta terça, desembarca no Brasil, pela quarta vez, na quinta-feira, 7, para apresentação no Rio de Janeiro. Na sequência, os ingleses tocam em São Paulo (9/5), Curitiba (10/5) e encerram a turnê em Porto Alegre (12/5).
http://www.rollingstone.com.br
07/05/2009
O quarteto britânico Oasis, que inicia nesta quinta-feira (7), no Rio de Janeiro, sua mais longa turnê pelo Brasil, colocou em sua lista de exigências um litro de leite, uma jarra de mel, nozes, frutas orgânicas e pacote de batata chips orgânica, é o que conta a coluna da jornalista Mônica Bergamo, do jornal “Folha de S. Paulo”.
Segundo a coluna, além das comidas “zen” a lista de exigências dos irmãos Gallagher ainda incluía cerveja e uísque. Em São Paulo, onde o grupo se apresenta no próximo sábado (9), eles deverão se hospedar no hotel Grand Hyatt.
A banda, que esteve no país pela última vez em 2006, vai se apresentar pela primeira vez em Curitiba, no dia 10, e em Porto Alegre, na terça (12).
A turnê que chega ao Brasil nesta quinta será para divulgar o último trabalho, “Dig Out Your Soul”, lançado em 2008. A primeira passagem do Oasis pelo país foi em 2001, no Rock In Rio 3, para um público de 200 mil pessoas.
http://www.abril.com.br
Liam Gallagher admite colocar um ponto final na vida dos Oasis se o irmão Noel gravar um álbum a solo, desejo que expressou recentemente.
«Se começarem a aparecer discos a solo, os Oasis acabam. Alguém tem que manter a banda unida», avisou.
Liam voltou a referir que um novo álbum do grupo não será possível num espaço inferior a cinco anos e declarou ainda que o pior que há na banda é ter que aturar o irmão. O vocalista alertou ainda para os problemas internos que se estão a viver na digressão sul-americana.
«Estamos a viver um mau momento. O ambiente é estranho», queixou-se.
http://diariodigital.sapo.pt
11/05/09
Quando o ponteiro do relógio marcou 20h o Oasis começou seu show, inesquecível para os fãs e admiradores de um bom rock’n roll. Liam, com um sobretudo típico inglês, abriu a apresentação que durou uma 1h40, com 20 músicas. Um pouco antes do Oasis tocar a banda Cachorro Grande agitou seu público. Eu que não conhecia nenhuma música me empolguei com as batidas de rock do grupo, que dividiu opiniões quando o vocalista comemorou a vitória do Inter.
No show de abertura era grande o espaço vazio entre a área vip e a pista. O motivo era simples. Poucas pessoas têm condições de pagar R$400 em um ingresso. A organização, então, resolveu “recrutar” quem estavam na pista para assistir na área vip. Então, em um passe de mágica a vip estava cheia para enfim o Oasis poder subir ao palco.
Apesar do setlist da banda não ser novidade para os fãs (o mesmo do Rio e São Paulo), o público vibrou intensamente com Rock & Roll Star que abriu o show seguido de Lyla. Tocando quase todos os seus sucessos como “Masterplan”, “Supersonic”, “Wonderwall” – com público cantando junto -, Liam estava visivelmente empolgado, tanto que jogou seus dois pandeiros para o público, que logicamente foi a loucura. O vocalista conversou com a plateia, e dedicou a música Slide Away “para todas as mulher lindas presentes”. E quando foi a vez de Noel assumir o microfone, ele não fez feio e também teve o coro da plateia, em especial em Don’t look back in anger. No final, Liam ameaçou tocar Live Forever (que não estava programada) e quando o público começou a vibrar ele disse: “No! Champagne Supernova”. Não foi dessa vez que os vi tocarem Live Forever, mas não dá nada, o show foi inesquecível!
http://www.bemparana.com.br
Em 11/05/09
A disputa entre BLUR e OASIS pelo posto de número um do Britpop poderia terminar tragicamente. Quem conta é o guitarrista do próprio BLUR, Graham Coxon. Segundo o músico, o auge da disputa aconteceu em 1995, quando os selos de ambas as bandas optaram por lançar seus singles no mesmo dia para descobrir quem venderia mais. Nesse caso, o BLUR levou a melhor já que sua canção “Country House” superou “Roll With It” do OASIS. Mas o fato não agradou Coxon, que classificou o feito como “uma vitória sem sentido”. "Esse foi o clímax da então chamada guerra entre Blur e Oasis. Assim que ´Country House´ assumiu o topo da parada, nossa gravadora resolveu comemorar com uma festa regada a champagne na Soho House, em Londres. Eu senti que estava sendo forçado a me divertir quando queria ficar sozinho", revelou o guitarrista. De acordo com Coxon, essa fase do Britpop foi grotesca. "Eu não podia mais aguentar fazer parte daquela multidão então eu tentei pular pela janela do sexto andar. Foi Damon (Albarn, vocalista do Blur) que me fez desistir. Olhando para trás, eu deveria ter curtido mais os meus dias de Blur do que curti. Eles queriam fazer a Inglaterra parecer legal, mas acabou nos fazendo parecer uma piada", desabafa o músico.
http://whiplash.net
Ao mesmo tempo em que a chuva deu uma trégua, o Oasis subiu ao palco pontualmente às 22h na noite de sábado (9) na capital paulista. O show que teve sucessos e canções do álbum mais recente do grupo de Manchester começou com “Rock’n roll Star”.
Músicas consagradas nos anos 90 como “Cigarettes & alcohol”, “Slide away”, “Supersonic”, “(What’s the story) morning glory?”, “Wonderwall”, “Don’t look back in anger”, “Champagne supernova” e “Masterplan” deram o tom da noite com o público estimado em 25 mil pessoas que cantava empolgado em coro os refrões. Das músicas dos últimos discos da banda, integraram o repertório “Lyla”, “The importance of being idle” e “The meaning of soul”.
Num show direto com bom som e pegada de rock, o Oasis mostrou que continua com conteúdo e energia para manter a uma carreira que inclui sete álbuns. Além de Liam e Noel Gallagher, o guitarrista Gem Archer, o baixista Andy Bell, o baterista Chris Sharrock e o tecladista Jay Darlington fizeram ótimas performances e completaram a boa integração da banda.
A fama de encrenqueiros dos irmãos Gallagher apareceu em forma de uma ameaça de abandono do banco por alguns espectadores que teriam jogado algo no palco. Apesar desse episódio, os dois chegaram a conversaram rapidamente com a platéia e agradeceram a presença dos fãs no Anhembi. O encerramento oi com "I am the walrus", dos Beatles.
Setlist:
Rock'n'roll Star
Lyla
Shock of the Lightning
Cigarretes and Alcohol
Meaning of Soul
To be where there's life
Waiting for the rapture
Masterplan
Songbird
Slide Away
Morning Glory
Ain't got nothing
Importance of being idle
I'm outta time
Wonderwall
Supersonic
Don't Look Back in Anger
Fallin' Down
Champagne Supernova
I am the walrus
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