Oasis e Blur são destaques de premiação de revista britânica

Londres, 25 fev (EFE).- Oasis e Blur foram os grandes destaques do NME Awards, premiação da revista britânica "New Musical Express" realizada hoje na O2 Academy Brixton de Londres.

 

A banda dos irmãos Liam e Noel Gallagher, que lançou recentemente o álbum "Dig Out Your Soul", recebeu o prêmio de Melhor Banda Britânica.

 

O Oasis não compareceu à cerimônia, mas seus integrantes fizeram os agradecimentos através de um vídeo, no qual tinham a companhia do polêmico radialista britânico Russell Brand.

 

A banda de Manchester também viu Noel triunfar na categoria Melhor Blog, superando nomes como Foals e Radiohead - que se apresentará em março no Rio de Janeiro e São Paulo.

 

A surpresa da noite foi a apresentação de Damon Albarn e Graham Coxon, que faziam parte do Blur e não tocavam juntos há muitos anos.

 

Albarn e Coxon cantaram "This is a low", do álbum "Parklife" (1994).

 

Segundo a "NME", a banda vai se reunir para uma série de shows, incluindo duas grandes apresentações no Hyde Park, no mês de julho.

 

Já os outros membros do Blur, Alex James e Dave Rowntree, subiram ao palco para entregar o prêmio de Melhor Artista Solo para Pete Doherty, ex-The Libertines.

 

O evento também teve um certo tom político e Barack Obama, novo presidente dos Estados Unidos, foi eleito o Herói do Ano. Noel Gallagher estava entre os indicados, ao lado de Alex Turner e Brandon Flowers, vocalistas de Arctic Monkeys e The Killers, respectivamente.

 

O Muse, que esteve no Brasil em 2008, venceu na categoria Melhor Show, enquanto os americanos do The Killers foram escolhidos como a melhor banda estrangeira.

 

Entre as outras categorias principais, o Arctic Monkeys ficaram com Melhor DVD, enquanto a sensação MGMT faturou os prêmios de Melhor Canção - para "Time to pretend" - e Melhor Banda Nova.


O The Cure foi o homenageado da noite e após receberem um prêmio especial, fizeram uma apresentação de cerca de meia hora, que incluiu sucessos como "Friday I'm in love", "In Between Days" e "Boys Don't Cry".

http://g1.globo.com

Oasis já tem meio disco pronto

Em entrevista à televisão portuguesa, Liam Gallagher revelou que metade das canções que farão parte do próximo álbum do Oasis já foi composta. O vocalista ainda afirmou que o conjunto deve retornar ao estúdio poucos meses após o término da atual turnê do Oasis.

"Eu presumo que metade do disco já estaria pronta se a banda estivesse em estúdio agora. Pessoalmente, depois da turnê, acho que teremos alguns meses de férias, não muito, talvez uns seis meses. Após, penso que já podemos retornar aos estúdios para gravar um outro disco. Mas não depende só de mim. Não estou em carreira solo", afirmou.

Há poucos meses, tanto Liam quanto Noel Gallagher sinalizaram com a possibilidade de darem um tempo com o Oasis para poderem se dedicar a gravação de trabalhos pessoais.

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Keane se prepara para tocar em BH - Grupo inglês rejeita comparações com outras bandas e avisa que está em nova fase

Banda sem guitarra e rock de piano são definições que vêm acompanhando a trajetória do trio inglês Keane desde a estreia com Hopes and fears. Lançado em 2004, o álbum emplacou, no mundo todo, faixas como Everybody’s changing e Somewhere only we know. Bem, não dá para negar que as tais definições caem como luva para as belas (e por vezes tristes) canções pop. Seus detratores foram mais fundo. É frequente ouvir ainda hoje que Keane nada mais é do que um sub-Coldplay. A gente pode ir além e lembrar que até bem pouco tempo atrás o grupo de Chris Martin era referendado como um sub-Radiohead. É a roda da música pop, que não para nunca.

De volta ao Keane, fato é que o grupo continuou em sua jornada rumo ao primeiro time do pop britânico. Lançou dois anos mais tarde Under the iron sea, disco cuja sonoridade apostou as mesmas fichas do trabalho anterior. Era, no entanto, mais sombrio do que o anterior. Nesse meio tempo, seu vocalista, Tom Chaplin, afundou nas drogas, virou garoto-problema e o grupo esteve prestes a pendurar as chuteiras. Retornou em 2008 com seu terceiro álbum, Perfect symmetry, disco com uma função bem definida: mostrar que a banda está bem viva e que merece se tornar sucessora de U2 e Coldplay. É esse o Keane que chega ao Brasil em março, para três shows: São Paulo (dia 10), Belo Horizonte (dia 12, no Chevrolet Hall), e Rio de Janeiro (dia 13).

São dois anos desde a vinda anterior. A lembrança mais marcante que o baterista Richard Hughes traz do Brasil é uma fitinha do Senhor do Bonfim que teima em não sair de seu tornozelo. O músico não vê tanta felicidade assim em Perfect symmetry, como se falou na época do lançamento. Não há como negar, no entanto, que o terceiro disco acrescenta novos elementos à música do Keane. Se a melancolia ainda está presente em algumas canções, o bem-humorado grito de “Oooh!” que abre Spiralling, a primeira faixa do disco, mostra que alguma coisa mudou. As guitarras, antes praticamente inexistentes, competem agora quase em pé de igualdade com o piano de Tim Rice-Oxley. “Compomos com guitarra há pelo menos 10 anos. Nunca demos importância aos rótulos que nos colocaram. Afinal, são apenas rótulos”, afirma Hughes em entrevista ao Estado de Minas. Confira.

Com os dois primeiros álbuns (Hopes and fears, de 2004 e Under the iron sea, de 2006) o Keane ficou conhecido como banda de canções intensas, na grande maioria tristes. Perfect symmetry tem clima diferente. Ainda é o Keane, mas alegre por vezes. Cansaram-se da tristeza?
Especialmente quando você faz sucesso logo no início da carreira, é muito mais fácil ir para um caminho já percorrido. Não queríamos nos repetir. A intenção era experimentar. Mas como você disse, ainda é o Keane, tanto que há partes definitivamente negras no novo álbum. Não é um disco feliz, há músicas bem depressivas. The lovers are losing é uma canção que olha o mundo a partir do movimento hippie, no final da década de 1960, pois fala de amor versus ódio. Conclui inclusive que o amor sai perdendo, pois os caras estão esperando por suas guerras, fazendo dinheiro, destruindo a atmosfera, ignorando as consequências.

Além de gravar em diferentes cidades (Berlim, Londres, Los Angeles e Paris), vocês, pela primeira vez, assinaram a produção. O processo deve ter sido bem diferente dos álbuns anteriores, não?
Como havíamos coproduzido os discos anteriores, tivemos segurança para fazer esse. Mesmo assim, recebemos a ajuda de Jon Brion (produtor que esteve ao lado de nomes como Rufus Wainwright e Kanye West). Nos divertimos até encontrar o norte certo para o disco. Fomos para várias cidades, mas a maior parte de Perfect symmetry foi gravada em Berlim (no Teldex Studios, o mesmo onde foi gravado Achtung baby, do U2). É uma cidade que traz muita história na política e na cultura, carrega vários fantasmas e meio que se reinventou inúmeras vezes. Uma boa metáfora para o Keane.

A maior parte das resenhas de Perfect symmetry fala da influência dos anos 1980. Por que revisitar um período já tão explorado pelas novas bandas?
Não acho que o álbum seja tão fortemente influenciado pelos anos 1980. As pessoas devem ter pegado uma ou duas canções que tenham essa referência e generalizado. Acho esse disco atual. Mas é verdade que usamos instrumentos vintage, que podem ter feito as pessoas pensarem naquele período. A questão é que éramos crianças na década de 1980, foi o período em que começamos a ouvir música. Então a fase está bem marcada em nossas vidas.

Quando vocês estavam gravando, o que ouviam?
O que eu fazia diariamente era baixar um programa de notícias chamado Democracy now! para tentar saber tudo o que estava ocorrendo no mundo. Como britânico, tinha guerras para lutar. E era difícil conseguir as coisas reais na mídia mainstream. Agora, falando de música, houve três discos absolutamente incríveis que ouvi durante o período: do The Ting Tings, Vampire Weekend e MGMT (a primeira banda é inglesa e as outras duas, norte-americanas).

As três são bandas bem diferentes do Keane…
Mas acredito que o disco do Ting Tings nos encorajou a fazer um álbum realmente bom. Eles mostraram que ainda existe um lugar para uma música pop incrível. Muito da música pop de hoje em dia não passa de um simples karaokê. Diante disso, música pop virou quase que um palavrão. Daí vieram os Ting Tings e mostraram como fazer.

Com três álbuns e mais de 10 anos de banda, quão chato é ainda ser comparado ao Coldplay?
Não acho que muita gente ainda faça isso hoje. É só ouvir Spiralling ou You haven’t told me anything e ver que não soamos mais como eles. Quer dizer, para ser honesto, não acho que quando começamos, soávamos muito como eles. Toda banda leva alguns álbuns até que as pessoas parem de tentar encontrar referências. Tenho certeza de que o U2 foi comparado com outros grupos no início da carreira. O mesmo ocorreu com Radiohead. Para mim é um alívio saber que estamos fazendo a nossa própria história.

KEANE
Show em 12 de março, às 21h, no Chevrolet Hall, Avenida Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi, (31) 3209-8989. Ingressos: 1º lote: R$ 160 (inteira) e R$ 80 (meia); 2º lote: R$ 180 (inteira) e R$ 90 (meia); 3º lote: R$ 200 (inteira) e R$ 100 (meia).

http://www.new.divirta-se.uai.com.br

Keane vai lançar próximo single em março

O Keane divulgou em seu site oficial o próximo single da banda, "Better Than This". O lançamento da música está previsto para o dia 16 de março.

Coldplay quer dar disco ao vivo de graça para os fãs

A banda inglesa Coldplay está planejando distribuir álbuns ao vivo para todos os fãs que foram aos seus shows em 2009, diz o jornal britânico “The Sun”.

 

“É uma maneira de dizer ‘obrigado’ aos fãs. Estamos em um momento econômico difícil e as pessoas estão pagando caro pelos ingressos. Queremos dar um disco para cada pessoa que chegar ao show com um ingresso na mão. Isso seria maravilhoso”, explica Chris Martin, vocalista e líder da banda.

 O Coldplay teve o disco mais vendido de 2008, “Viva la vida”, e esteve entre os dez artistas que mais lucraram no ano. Além disso, a banda é uma das favoritas para o Brit Awards, que será entregue em Londres nesta quarta-feira (18), concorrendo em 4 categorias.

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Álbum do Coldplay é o mais vendido no mundo em 2008

De acordo com a Federação Internacional da Indústria Fonográfica, o álbum mais vendido de 2008 é o CD “Viva La Vida or Death And All His Friends”, do Coldplay. Recentemente o grupo faturou Grammys e vendeu 6.8 milhões de cópias no mundo todo. Em 2007, o topo dos mais vendidos era a trilha sonora do High School Musical 2.

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